



Origens do teatro:
O teatro nasceu na Grécia ligado às festas religiosas em honra do deus Dionísio, deus do vinho através de cânticos e danças religiosas.
Era muito apreciado pelos gregos que assistiam com frequência a este tipo de espetáculo.
Máscaras:
As máscaras eram usadas na antiga Grécia e Roma para festivais e teatros. Foi onde começou o uso das máscaras para fins artísticos. Com o fim da antiga civilização Romana, as máscaras caíram em desuso.
As mulheres assistiam ao teatro, mas não podiam representar. Os atores eram sempre do sexo masculino. As personagens femininas eram interpretadas por atores, que recorriam ao uso de máscaras. O uso de máscaras permitia que o mesmo ator representasse vários papéis, masculinos e femininos.
A máscara permitia aumentar a expressividade da representação. Os atores usavam roupas coloridas e sapatos altos, coturnos.
Os temas mais representados nas peças teatrais gregas eram: tragédias relacionadas a fatos cotidianos, problemas emocionais e psicológicos, lendas e mitos, homenagem aos deuses gregos, fatos heróicos e críticas humorísticas aos políticos. Os atores, além das máscaras, utilizam muito os recursos da mímica. Muitas vezes a peça era acompanhada por músicas reproduzidas por um coral.
Ésquilo e Sófocles são os dramaturgos de maior importância desta época. Nesta época clássica foram construídos diversos teatros ao ar livre. Eram aproveitadas montanhas e colinas de pedra para servirem de suporte para as arquibancadas. A acústica (propagação do som) era perfeita, de tal forma que a pessoa sentada na última fileira (parte superior) podia ouvir tão bem a voz dos atores, quanto quem estivesse sentado na primeira fileira.
Moda Grega
A vestimenta principal era o Quiton, um retângulo de tecido que se assemelha a uma túnica colocada no corpo, presa nos ombros e debaixo dos braços. Sobre os ombros era presa com broches ou agulhas de nome Fíbula e na cintura por um cordão ou cinto. Esta era bastante longa chegando, nos adultos, a bater no tornozelo e, no caso dos mais jovens, até aos joelhos.
Quando a túnica cobria apenas um ombro era-lhe atribuída o nome de Exomide.
A vestimenta feminina era ligeiramente diferente da masculina. Resumia-se a um tecido retangular, continha cordões ou correias ao nível da cintura como decoração e eram bastante decotados.
Usavam também uma roupa complementar, o Pharos (vestido jónico) que tinha a função de xale.
Os materiais mais utilizados na elaboração desses mesmos trajes eram a lã artesanal, o linho e em algumas ocasiões a seda.
O teatro nasceu na Grécia ligado às festas religiosas em honra do deus Dionísio, deus do vinho através de cânticos e danças religiosas.
Era muito apreciado pelos gregos que assistiam com frequência a este tipo de espetáculo.
Máscaras:
As máscaras eram usadas na antiga Grécia e Roma para festivais e teatros. Foi onde começou o uso das máscaras para fins artísticos. Com o fim da antiga civilização Romana, as máscaras caíram em desuso.
As mulheres assistiam ao teatro, mas não podiam representar. Os atores eram sempre do sexo masculino. As personagens femininas eram interpretadas por atores, que recorriam ao uso de máscaras. O uso de máscaras permitia que o mesmo ator representasse vários papéis, masculinos e femininos.
A máscara permitia aumentar a expressividade da representação. Os atores usavam roupas coloridas e sapatos altos, coturnos.
Os temas mais representados nas peças teatrais gregas eram: tragédias relacionadas a fatos cotidianos, problemas emocionais e psicológicos, lendas e mitos, homenagem aos deuses gregos, fatos heróicos e críticas humorísticas aos políticos. Os atores, além das máscaras, utilizam muito os recursos da mímica. Muitas vezes a peça era acompanhada por músicas reproduzidas por um coral.
Ésquilo e Sófocles são os dramaturgos de maior importância desta época. Nesta época clássica foram construídos diversos teatros ao ar livre. Eram aproveitadas montanhas e colinas de pedra para servirem de suporte para as arquibancadas. A acústica (propagação do som) era perfeita, de tal forma que a pessoa sentada na última fileira (parte superior) podia ouvir tão bem a voz dos atores, quanto quem estivesse sentado na primeira fileira.
Moda Grega
A vestimenta principal era o Quiton, um retângulo de tecido que se assemelha a uma túnica colocada no corpo, presa nos ombros e debaixo dos braços. Sobre os ombros era presa com broches ou agulhas de nome Fíbula e na cintura por um cordão ou cinto. Esta era bastante longa chegando, nos adultos, a bater no tornozelo e, no caso dos mais jovens, até aos joelhos.
Quando a túnica cobria apenas um ombro era-lhe atribuída o nome de Exomide.
A vestimenta feminina era ligeiramente diferente da masculina. Resumia-se a um tecido retangular, continha cordões ou correias ao nível da cintura como decoração e eram bastante decotados.
Usavam também uma roupa complementar, o Pharos (vestido jónico) que tinha a função de xale.
Os materiais mais utilizados na elaboração desses mesmos trajes eram a lã artesanal, o linho e em algumas ocasiões a seda.

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